sexta-feira, 12 de outubro de 2012
(…) Sempre que você experienciar alguma coisa extraordinária,
compartilhe isso imediatamente. Compartilhe com seus amigos, seus
conhecidos, sua família, compartilhe com todos aqueles que você ama e
cuida. E você ficará surpreso: se você compartilhar, aquilo cresce.
Compartilhar é alimentar, é cuidar. Quanto mais fragrância for liberada,
mais capaz de liberar você se torna. Assim, nunca acumule internamente
qualquer experiência, senão ela ficará envelhecida. Ela não apenas
morre, ela se torna venenosa para o sistema. Quando uma canção surge no
coração, ela tem que ser cantada e quando a energia está pronta para
dançar, você tem que dançar.
E nunca se sinta tímido. No começo
parecerá um pouco embaraçoso, parecerá um pouco pretensioso dizer algo
fora do comum. Eles pensarão que você está maluco. Corra esse risco:
deixe que eles pensem que você está maluco! Se você conversar com dez
pessoas é provável que uma responda. E isto é mais do que suficiente.
Nove não ouvirão você; isso é problema deles, não se sinta ofendido. Mas
mesmo se eles não o ouvirem, você será beneficiado porque você
compartilhou, porque você mostrou a sua compaixão. A palavra compaixão
significa exatamente isso: compartilhar – compartilhar a sua paixão.
Esse é o significado de compaixão: comunicar a sua paixão, comungar a
sua paixão. (…) (OSHO)
Nunca Morrer Assim...
Nunca morrer aos
poucos, devagar,
(a Vida a se extinguir como um lamento)
- sem mais nada fazer do que esperar
que a brasa esfrie sob o frio vento...
Nunca morrer assim... ao sofrimento
que, como um polvo de insondável mar,
nos abraça e nos tolhe ate o momento
em que, não mais podemos respirar...
Morrer, - por certo ! – em pleno vôo, em pleno
prazer, sem medo e dor, forte e sereno,
num tropeço imprevisto de quem corre,
como a criança que cai, a rir, contente,
como a luz que se apaga de repente...
- Morrer assim, sem se saber que morre!
- sem mais nada fazer do que esperar
que a brasa esfrie sob o frio vento...
Nunca morrer assim... ao sofrimento
que, como um polvo de insondável mar,
nos abraça e nos tolhe ate o momento
em que, não mais podemos respirar...
Morrer, - por certo ! – em pleno vôo, em pleno
prazer, sem medo e dor, forte e sereno,
num tropeço imprevisto de quem corre,
como a criança que cai, a rir, contente,
como a luz que se apaga de repente...
- Morrer assim, sem se saber que morre!
J. G. de Araújo Jorge
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
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