sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Simples Assim
O que eu
sinto por ti
Transcende
as fronteiras,
Pretende
ser estrela
Em teu
céu interior.
O que eu
sinto por ti
É apenas
o que sinto
E
consinto em existir.
É o
elixir da juventude
Que me
revigora
E me
enche de ânimo.
O que
sinto por ti
É o
antônimo do que
Tenho sido.
É um
frescor de fim de tarde,
É um
agradável odor
De onde
não se sabe.
O que eu
sinto por ti
É algo
sem futuro
Nem
presente,
Me faz
feliz simplesmente,
Inadvertidamente
sorrir.
Fábio
Murilo, 10.01.2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
A Estrada
Quando eu passar por aqui
Não ficarão meus rastros.
Meu rastro ficará gasto
quando eu partir.
Meus tropeços, meus saltos,
Não ficará um só passo.
Depois que eu ir.
Hoje sorrio, amanhã a chorar,
O que eu sou será apagado
Na margem do rio, na beira do
mar.
Serei apenas um fato
esquecido,
Alguma coisa que terá
insistido em existir.
No final, só a mim mesmo
terei amado,
Como se aqui não tivesse
passado,
Quando eu passar por aqui.
Fábio Murilo, 21.04.2012
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Retrospctiva
Constato que os anos pararam
Nos anos 60.
Os hippies, Os Beatles, Janis Joplin...
Num presente estéril
Alimentamos sintomático saudosismo,
Vivemos de reprises.
“O sonho acabou”,
O tempo é de completa individualidade
E a vida “rola” sem grandes consequências.
A esperança “tá noutra”,
Pegou um bronze
E anda por ai com uma prancha de surf.
No mais, nada de novo,
No novo tempo infrutífero.
Nos anos 60.
Os hippies, Os Beatles, Janis Joplin...
Num presente estéril
Alimentamos sintomático saudosismo,
Vivemos de reprises.
“O sonho acabou”,
O tempo é de completa individualidade
E a vida “rola” sem grandes consequências.
A esperança “tá noutra”,
Pegou um bronze
E anda por ai com uma prancha de surf.
No mais, nada de novo,
No novo tempo infrutífero.
Fábio Murilo, 19.04.90
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