Qual vento na tarde,
Brisa suave a soprar
Nos becos, ruas, bairros.
A deslizar nos carros,
Invadindo casas, edifícios,
A pousar alegremente
Nos shopping centers
Feito um cisne branco,
Um lírio a brotar do chão.
Em meio a multidão
De perdulários clientes,
Tu, mais que cliente,
A chamar atenção
Feito os cinemas
E lojas e praças
De alimentação.
Fábio Murilo, 13.10.2015




