"Da mais alta janela da minha casa, com um lenço branco,
digo adeus aos meus versos que partem para a Humanidade.
E não estou alegre nem triste. Esse é o destino dos versos.
Escrevi-os e devo mostra-los a todos, porque não posso
fazer o contrário, como a flor não pode esconder a cor,
nem o rio esconder que corre, nem a árvore esconder que dá fruto".
(Alberto Caeiro-heterônimo de Fernando Pessoa)
9 comentários:
Olá meu amigo locutor! rs
Ficou ótimo você recitando esse teu poema, que é tão lindo...
Beijos!
Linda edição, Fabio! O poema lido pela voz do autor traz a emoção que sentiu na escrita. Abraços!
Nossa ameiiiiii conterrâneo!!!
É sempre bom ouvir nosso sotaque aqui na blogsfera!!!
Beijos
http://simplesmentelilly.blogspot.com.br/
Nossa!! É a voz do 'menino de ouro - da foto?' rss
Muito bonito, Fábio, que gostoso o sotaque daí!
Lindo tudo, lido com emoção.
bjus
Oi, amável companheirinha, gostasse, rs... Locutor? Que nada, rs. Bondade sua. Beijos!
Sotaque? Noto não, rs. Obrigado, Marcos.
Oh, quanto sensibilidade, Bia. Abraços!
Que bom, conterrânea! É. rs. Beijos!
É. Obrigado, Tais. Beijos!
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