A cabeça fervilhando,
Cheia de planos,
O desejo infinito
De dar um grito: Eu existo!
Meu caminho é obscuro,
A incerteza mora atrás de um muro,
A realidade é mais do que nunca fria!
Meus dias são tingidos de melancolia,
Levo a vida aos trancos e barrancos.
Cansado finjo que não me canso
E sigo prá não me dar por vencido.
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