- A gente só foge daquilo que a gente sabe
Que não pode lutar contra.
E é por isso, que eu fujo de você.
Perto de você, eu não conseguiria negar
E é por isso, que eu fujo de você.
Perto de você, eu não conseguiria negar
O amor que ainda sinto,
Que ainda mora em mim...
Que ainda mora em mim...
- ... Coisa complicada sentimento.
Seria mais fácil deixar fluir, subsistir sem amarras.
Como o rio que corre e não se interroga,
E não se represa, vira afluente,
Espalha-se em mangues, iguala-se ao mar.
Muitos nomes, muito jeitos, sem deixar de ser líquido,
Pula destemido no precipício,
Corre todos os riscos, sem eira nem beira,
Vira cachoeira a se deixar levar.
Parceria poética: Nanda Olliveh e Fábio Murilo

Maneiro, parceria é bom.
ResponderExcluir=)
Gosto dessa. Obrigado, Marcos.
ExcluirUm belíssimo poema, fruto de uma pareceria que se entrelaça tão bem em termos poéticos. Fico sempre muito curiosa para tentar desvendar qual o contributo de um e de outro, mas é impossível. A dualidade no poema parece ter ficado perfeitamente esbatida.
ResponderExcluirExcelente, Fábio e Nanda!
Um video bem romântico; "Dois é melhor do que um" :-)
xx
Que legal, gostei de saber. Curioso e gratificante o que disse. Que bom, agradeço em meu nome e da minha parceirinha. Obrigado, Laura. Abraços!
Excluir... é sempre uma alegria escrever com você poeta amigo!
ResponderExcluirObrigada pela sensibilidade em acrescentar... dar um toque especial ao poema.
Beijos!
O mesmo digo eu, Parceirinha. Ótimo sempre! Gostou? Que bom! Que venha mais parcerias, farei muito gosto! Beijos!
ExcluirUma boa pareceria, que, deixou que nascesse uma belíssimo poema!Parabéns.
ResponderExcluirBeijo, bom sábado
http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/
Obrigado, Cidalia. Beijos!
ExcluirMaravilhoso seria, Fábio, se o amor pudesse ser sem amarras, livre e decidido como um rio caudaloso...
ResponderExcluirNanda e Fábio, o poema ficou perfeito!
Beijos!
Obrigado, Shirley. Beijos!
Excluirnão tem jeito, algumas coisas fugir pode até ajudar rs
ResponderExcluirObrigado pela visita, Sara. Abraços.
ExcluirOlá. Tudo bem?
ResponderExcluirEm diversos momentos ele é simples, se complica a partir do momento em buscamos o algo mais, o crescer. Nunca é descomplicado, é não deveria ser mesmo. Amar é uma incógnita, tentar decifrar é burrice. Um abraço, e belo poema :)
Belo, profundo e reflexivo teu comentário, Ju. Abraços.
ExcluirDeve ser ebm dificil fugir do amor.
ResponderExcluirLindissimo poema.
Fábio, recebi um prémio que circula na net e venho partilhá-lo consigo.
A importância não está no prémio em si, mas sim no que ele representa, a criatividade, imaginação, inspiração, bem como as horas e dedicação que cada um, dedica aos seus blogues deixando neles um pouco de si.
Provavelmente já recebeu de outros amigos esta recomendação, mas fica também aqui o meu reconhecimento pelo mérito do seu blogue.
Um abraço
Maria
Obrigado, Maria Rodrigues, muito gentil de sua parte. Realmente é um prazer, tenho a ele como a um filho querido. Abraços!
ExcluirQue bela e harmônica parceria Poética,
ResponderExcluirparabéns aos dois!!
Quanto ao conteúdo do Poema, realmente o amor
é envolvente, crescente e irresistível.
A fuga do sentir nos pega uma cilada,
pois, dentro este sentir fica e como
fugir por dentro?!...rss
Abraço, Fábio.
É mesmo, Suzete, "o coração é um território sem dono", abraços.
ExcluirQue belo poema!!
ResponderExcluirQuando um Amor é realmente verdadeiro, por que fugir, ao invés de entregar-nos a tal sentimentos?
Um abraço
Tem razão, Vane, concordo. Abraços.
Excluiruma parceria que resultou em cheio.
ResponderExcluirgostei também da imagem escolhida.
uma bela postagem.
parabéns a ambos
beijinho
:)
Que bom saber, sol. Obrigado. Beijos!
ExcluirVocês criaram belos versos. Uma parceria que merece aplausos.
ResponderExcluirSentimentos... como deles fugir? Ainda que se evite encontros, eles permanecem lá dentro, clamando por atenção. Gostei muito!
Que interessaste, verdade, Marilene. Obrigado.
ExcluirMuito verdadeiro isso, essa fuga, Fábio; parece que fomos feitos para o enfrentamento, para o confronto. Deixar rolar, deixar ir, muitas vezes pode soar covardia, senão pra nós, pelo menos aos olhos dos outros. Eu já penso que fugir de certas coisas, é equilíbrio.
ResponderExcluirBeijos aos dois!
Obrigado, Tais. Beijos!
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